Ancelotti diz que Brasil pode competir com melhores equipes do mundo


O técnico italiano Carlo Ancelotti afirmou, nesta quinta-feira (26) após a derrota de 2 a 1 para a França em amistoso preparatório para a Copa do Mundo, que a seleção brasileira mostrou que pode competir com as melhores equipes do mundo.

“O jogo de hoje deixa muito claro para mim: podemos competir com as melhores equipes do mundo. Não tenho nenhuma dúvida. Olhando o jogo de hoje, jogamos contra uma equipe muito forte, de muita qualidade, competimos até o último minuto para tentar ganhar. Estou convencido que vamos brigar pela Copa do Mundo com toda a nossa energia”, declarou o comandante do Brasil após a partida disputada no Gillete Stadium, em Boston.

Na entrevista coletiva após a partida, o treinador deixou claro que não ficou satisfeito com o resultado, mas destacou o espírito de luta da seleção: “Quando você perde um jogo nunca tem que estar contente, não estamos contentes. O resultado não é a coisa mais importante, mas o resultado diz o que fizemos bem e o que não fizemos bem […]. No contexto geral do jogo, estou satisfeito, porque a equipe competiu, lutou, com gol de bola parada, que é importante.”

Ao ser questionado sobre a possibilidade de Neymar (que não foi convocado para os amistosos contra França e Croácia) defender a seleção na Copa, o italiano afirmou que o momento é de falar dos jogadores que estão com a seleção neste momento: “Agora temos que falar dos que estavam aqui, que jogaram, que deram tudo, trabalharam muito. Estou satisfeito”.

Próximos compromissos

Agora, a seleção brasileira voltará a entrar em ação na próxima terça-feira (31), quando medirá forças com a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, a partir das 21h (horário de Brasília).

Depois, o Brasil fará um jogo de despedida da torcida brasileira. A seleção enfrentará o Panamá no dia 31 de maio no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Por fim, no dia 6 de junho, uma semana antes da estreia do Brasil no Mundial, a seleção enfrenta o Egito em seu último amistoso antes da estreia. A partida será disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland.

Brasil na Copa

O Brasil está no Grupo C do Mundial de 2026. A estreia será contra Marrocos, no dia 13 de junho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Na segunda rodada, o Brasil encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h. Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, às 19h.



EBC

TRE-RJ marca para terça recontagem de votos após cassação de Bacellar


O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), Claudio de Mello Tavares, marcou para a próxima terça-feira (31), às 15h, sessão que irá recontar os votos para o cargo de deputado estadual nas eleições de 2022.

A medida é para cumprir decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que cassou o deputado estadual Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

Com a cassação, os 97.822 votos recebidos por Bacellar serão anulados, o que impacta na composição da Alerj, já que a distribuição de vagas entre partidos e federações deverá ser alterada. 

Rodrigo Bacellar foi cassado por destinação de recursos da Fundação Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do RJ (Ceperj) com fins eleitorais. No mesmo dia, o TSE tornou inelegíveis o ex-governador Cláudio Castro e o então presidente da Ceperj Gabriel Rodrigues Lopes.

Mais cedo, a presidente em exercício do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, desembargadora Suely Lopes Magalhães, anulou a votação da Alerj que elegeu o deputado Douglas Ruas (PL) como presidente da Casa nesta quinta-feira (26).

Na decisão, a magistrada considerou que o processo eleitoral na Alerj só poderia ser deflagrado após a retotalização dos votos pelo TRE.

A desembargadora Suely Magalhães explicou que a retotalização dos votos é necessária para permitir que seja definida a composição oficial do colégio eleitoral da Alerj apto a participar do processo de escolha do novo presidente da Casa.

A presidente em exercício avaliou que a Mesa Diretora da Alerj acatou, em parte, a decisão do TSE, considerando, apenas, a vacância do cargo da presidência, após a cassação do mandato de Rodrigo Barcellar.

A magistrada ressaltou que o processo eleitoral deflagrado pela Mesa Diretora, sem o cumprimento integral da decisão do TSE, interfere, não só na escolha do novo presidente da Alerj, como, na definição de quem irá assumir interinamente o governo do estado, em razão da renúncia de Claudio Castro.

Entenda

Desde maio de 2025, o estado do Rio de Janeiro não tinha vice-governador, uma vez que Thiago Pampolha renunciou para assumir vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), aprovado pela própria Alerj. 

Com a manobra, o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, passou a ser o primeiro na linha sucessória.

No entanto, em 3 de dezembro de 2025, Bacellar foi preso pela Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF), que investigou a ligação de políticos com o Comando Vermelho (CV), principal organização criminosa do estado.  

Por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), Bacellar foi afastado da presidência, mesmo depois de libertado da prisão.

Dessa forma, a Alerj passou a ser presidida, de forma interina, pelo deputado Guilherme Delaroli (PL). Mas, por causa da interinidade, Delaroli não ocupa lugar na linha sucessória.

Na segunda-feira (23), Cláudio Castro renunciou ao cargo, manifestando interesse em disputar uma vaga no Senado na eleição de outubro.

A manobra era vista também para escapar de uma eventual inelegibilidade, uma vez que enfrentava um julgamento no TSE por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022. 

O julgamento terminou de forma desfavorável para Castro, com o TSE o considerando governador cassado e inelegível até 2030. 

A decisão também cassou e tornou inelegível o deputado estadual Rodrigo Bacellar, ex-secretário de governo de Castro.

Na mesma decisão, a Justiça Eleitoral determinou então que a Alerj realizasse eleições indiretas para o governo do estado.

Desde a renúncia de Castro, o comando do Executivo do Rio de Janeiro está sendo exercido interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça (TJ), Ricardo Couto de Castro.



EBC

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 40 milhões


Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.988 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (26). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 40 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados são: 06 – 14 – 28 – 31 – 56 – 59

  • 44 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 33.183,44 cada
  • 2.443 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 985,14 cada

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Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (28), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.




EBC

Itália vence e continua viva na luta por vaga para a Copa do Mundo


O sonho da Itália de retornar à Copa do Mundo continua vivo. Jogando nesta quinta-feira (26) em Bérgamo, a Squadra Azzurra derrotou a Irlanda do Norte pelo placar de 2 a 0 na repescagem das Eliminatórias da Europa.

Após este resultado, os italianos medem forças com a Bósnia, que, também nesta quinta, superou o País de Gales na disputa de pênaltis. Quem avançar nesse confronto garante uma vaga na próxima edição de um mundial de seleções masculinas, que será disputado no México, no Canadá e nos Estados Unidos.

O triunfo da Itália foi construído com gols do volante Tonali e do atacante Moise Kean. Caso confirme a classificação, a Squadra Azzurra voltará a disputar uma Copa do Mundo após ficar ausente das edições de 2018 e de 2022.





EBC

Exportação de barbatana do tubarão-azul é proibida no Brasil


O presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, anunciou nesta quinta-feira (26) a proibição da exportação de barbatana do tubarão-azul fora do corpo do animal, em todo o país.

“No Brasil a gente já tem a proibição da prática do finning, que é a retirada das barbatanas e a devolução do animal para o mar, ainda vivo. Essa proibição já existia. Mas não existe a proibição da exportação das barbatanas”, disse, em entrevista coletiva à imprensa.

As barbatanas de tubarão são um produto muito apreciado pelo mercado asiático, usadas nos preparos de sopas, por exemplo. 

O tubarão-azul já é listado no Anexo II da Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção (Cites), um tratado internacional do qual o Brasil é signatário. Também serão proibidas as importações das espécies ameaçadas pelas duas listas de anexos da Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS).

“A gente já tinha a proibição da pesca desses tubarões aqui no Brasil, mas a gente detectou a importação dessas espécies ameaçadas”, disse Agostinho. 

As medidas serão publicadas em uma Instrução Normativa do Ibama, no Diário Oficial da União, e devem passar a vigorar em sete dias.

Plano de ação

A decisão foi anunciada após a aprovação do Plano de Ação do tubarão-azul, na 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP15), em Campo Grande (MS). Com o consenso entre os países, a internalização das ações com políticas públicas nacionais passa a ser obrigatória.

“O Ibama é a instituição, a autoridade administrativa técnica da Cities no Brasil. Nós estamos incorporando também essa proibição. Então são regras de importação e exportação, sendo que talvez a mais relevante é dar um basta no comércio das barbatanas do Tubarão”, concluis.



EBC

Oriente Médio: dólar sobe para R$ 5,25 com retorno das tensões


O mercado financeiro teve dia de nervosismo, em meio às incertezas sobre um possível cessar-fogo no Oriente Médio. O cenário foi marcado por declarações conflitantes entre Estados Unidos e Irã, o que levou investidores a buscar proteção em ativos considerados mais seguros.

O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (26) vendido a R$ 5,256, com alta de R$ 0,036 (+0,69%). A cotação teve um dia volátil. Abriu em R$ 5,26, caiu para R$ 5,21 no fim da manhã e acelerou à tarde.

A moeda estadunidense acumula alta de 2,38% em março. Em 2026, no entanto, cai 4,24%.

O movimento foi impulsionado pela busca global por segurança, em meio à escalada das tensões. Declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contrastaram com a posição do governo iraniano, aumentando a incerteza sobre um eventual acordo.

O mercado permanece volátil e reage rapidamente a cada nova sinalização diplomática. O Banco Central (BC) chegou a atuar no câmbio com leilões de linha. A autoridade monetária injetou US$ 1 bilhão no mercado, mas não conseguiu conter a pressão de alta.

Na terça-feira (24), o BC vendeu mais US$ 1 bilhão, também em leilão de linha. Nessa modalidade, o BC comercializa dólares das reservas internacionais com o compromisso de recomprar o dinheiro meses depois.

Mercado de ações

O dia também foi pessimista no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, recuou 1,45%, aos 182.732 pontos, interrompendo uma sequência de três altas. O índice chegou a oscilar entre a máxima de 185 mil pontos e a mínima próxima de 182 mil ao longo do dia.

O desempenho acompanhou o movimento internacional, com quedas consideráveis nas bolsas de Nova York e maior cautela dos investidores. A falta de avanços concretos nas negociações entre Estados Unidos e Irã pesou sobre os ativos de risco.

No cenário doméstico, dados de inflação também ficaram no radar. A prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de março subiu 0,44%. O indicador desacelerou em relação a março do ano passado, mas ficou acima das expectativas do mercado, reforçando preocupações com o cenário inflacionário.

Petróleo dispara

Os preços do petróleo avançaram com força e refletem o temor de interrupções no fornecimento global de energia. O barril do tipo Brent, referência nas negociações internacionais, subiu cerca de 5,7% e alcançou os US$ 108,01.

O combustível acumula ganhos expressivos no mês e no ano, impulsionado pelas tensões na região do Golfo Pérsico. A ausência de um acordo imediato entre as partes aumenta o risco de prolongamento do conflito e de impactos mais amplos na economia global.

*com informações da Reuters



EBC

STF forma maioria contra prorrogação da CPMI do INSS


O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos na tarde desta quinta-feira (26) para derrubar a decisão do ministro André Mendonça que determinou a prorrogação dos trabalhos da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

Até o momento, o placar da votação está 6 a 2 contra a prorrogação. 

A maioria foi formada pelos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.  Já Mendonça e Luiz Fux votaram a favor da prorrogação. 

O julgamento continua para a tomada dos últimos votos, que serão proferidos pelo ministro Gilmar Mendes e pelo presidente da Corte, Edson Fachin. Acompanhe ao vivo:

Prorrogação

Na última segunda-feira (23), Mendonça, que é relator do caso, deu prazo de 48 horas para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), faça a leitura do requerimento de prorrogação dos trabalhos da CPMI. 

O ministro atendeu ao pedido de liminar feito pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG). Segundo o senador, há omissão de Alcolumbre e da Mesa Diretora ao não receberem o requerimento de prorrogação. 

Mais cedo, Viana decidiu prorrogar a CPMI por até 120 dias e suspendeu a sessão até o fim do julgamento, para esperar a palavra final do STF. 



EBC

Douglas Ruas é eleito presidente da Alerj e será governador do Rio


A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) elegeu, na tarde desta quinta-feira (26), o deputado estadual Douglas Ruas (PL) para a presidência da Casa. Na prática, a votação alça Ruas a exercer o cargo de governador do estado até o fim do ano.

Douglas Ruas foi eleito por 45 dos 47 deputados presentes. A oposição boicotou o pleito e 22 deputados não compareceram à votação.

A eleição de Ruas, de 37 anos de idade, é o episódio mais recente de um imbróglio sobre o comando do Poder Executivo estadual.

A eleição para a presidência da Casa atendeu a uma ordem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que cassou o mandato de Cláudio Castro (PL), que tinha recém renunciado ao cargo, e do deputado Rodrigo Bacellar (União), presidente afastado da Alerj.  

Entenda

Desde maio de 2025, o estado do Rio de Janeiro não tinha vice-governador, uma vez que Thiago Pampolha renunciou para assumir vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), aprovado pela própria Alerj. 

Com a manobra, o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, passou a ser o primeiro na linha sucessória.

No entanto, em 3 de dezembro de 2025, Bacellar foi preso pela Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF), que investigou a ligação de políticos com o Comando Vermelho (CV), principal organização criminosa do estado.  

Por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), Bacellar foi afastado da presidência, mesmo depois de libertado da prisão.

Dessa forma, a Alerj passou a ser presidida, de forma interina, pelo deputado Guilherme Delaroli (PL). Mas, por causa da interinidade, Delaroli não ocupa lugar na linha sucessória.

Na segunda-feira (23), Cláudio Castro renunciou ao cargo, manifestando interesse em disputar uma vaga no Senado na eleição de outubro.

A manobra era vista também para escapar de uma eventual inelegibilidade, uma vez que enfrentava um julgamento no TSE por abuso de poder político e econômico na campanha à reeleição, em 2022. 

O julgamento terminou de forma desfavorável para Castro, com o TSE o considerando governador cassado e inelegível até 2030. 

A decisão também cassou e tornou inelegível o deputado estadual Rodrigo Bacellar, ex-secretário de governo de Castro.

Na mesma decisão, a Justiça Eleitoral determinou então que a Alerj realizasse eleições indiretas para o governo do estado.

Desde a renúncia de Castro, o comando do Executivo do Rio de Janeiro está sendo exercido interinamente pelo presidente do Tribunal de Justiça (TJ), Ricardo Couto de Castro.

Oposição

Castro, Bacellar, Delarori e Ruas são do mesmo campo político. A oposição ao grupo na Alerj decidiu boicotar a votação para presidência da Casa e ajuizar uma ação na Justiça contra o resultado.

A deputada Renata Souza (PSOL) argumenta que a Mesa Diretora da Alerj não respeitou o prazo mínimo para convocação da eleição.

“É uma Assembleia Legislativa que se demonstra inimiga do povo do Rio de Janeiro, justamente porque não seguiu o mínimo de rito para uma ação como essa”, disse à Agência Brasil.

“Quando o presidente interino colocou a votação, disse que ocorreria em uma antecedência de 2 horas, uma coisa escandalosa, não deu para preparar a chapa”, reclama.

“Acredito que eles fizeram dessa maneira atabalhoada porque vinha crescendo um apoio de uma chapa de oposição”, avalia a deputada.

Filho de prefeito

Nascido em 17 de janeiro de 1989, Douglas Ruas dos Santos é natural de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro. O pai de Ruas, Capitão Nelson, é o prefeito da cidade.

Para a eleição de 2022, Ruas se identificou no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) como branco, policial civil, bacharel em direito e pós-graduado em gestão pública.

O deputado declarou patrimônio de R$ 1,266 milhão, entre investimentos, terreno, imóvel e dinheiro em espécie.

Ele foi eleito como o segundo candidato a deputado estadual mais bem votado, com quase 176 mil votos.

No currículo, Ruas já atuou como subsecretário de Trabalho de São Gonçalo, de 2017 a 2018, e superintendente regional do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), de 2019 a 2020.

Em 2021, ocupou a Secretaria de Gestão Integrada e Projetos Especiais em São Gonçalo.



EBC

Lula diz que Estado deve garantir acesso a medicamentos


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que investimentos em políticas públicas que garantam acesso a medicamentos não representam gastos, e sim medida essencial para salvar vidas. A declaração foi feita nesta quinta-feira (26) durante visita ao complexo industrial da Brainfarma, em Anápolis (GO).

“Eu sou do tempo em que as pessoas pobres iam ao médico, recebiam a receita e levavam para casa, colocando-a embaixo do travesseiro ou em um copo na prateleira, esperando o dinheiro chegar para comprar o remédio. Como o dinheiro não chegava, muitas vezes as pessoas morriam sem poder comprar o medicamento”, discursou o presidente.

Lula afirmou que o programa Farmácia Popular é uma política pública criada para garantir, à população, acesso a medicamentos essenciais, o que, na avaliação do presidente, representa um direito humanitário fundamental.

Obrigação do Estado

“Se a pessoa não pode comprar, o Estado tem a obrigação de fazer com que ela esse direito. Muita gente acha que isso é gastar muito dinheiro. Eu, sinceramente, não vejo limite de investimento melhor do que colocar dinheiro para salvar a vida de homens, mulheres e crianças neste país”, disse.

O presidente lembrou que o programa garante 41 remédios de uso contínuo e que, segundo o Ministerio da Saúde, há medicações disponibilizadas que chegam a custar R$ 1 milhão no mercado.



EBC

Bolsonaro pode ter alta amanhã e deve seguir para prisão domiciliar


O ex-presidente Jair Bolsonaro deverá ter alta hospitalar nesta sexta-feira (27), segundo informações do boletim médico do hospital DF Star, em Brasília. Ele está internado desde o dia 13 de março para tratamento de uma pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração.

Ao deixar o hospital, Bolsonaro deverá ir para casa, para cumprir prisão domiciliar concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Segundo o hospital, Bolsonaro encontra-se sem sinais de infecção aguda, com boa evolução clínica, e deverá permanecer em vigilância clínica pelas próximas 24 horas. 

O boletim médico é assinado pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini; pelos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado; pelo gerente médico, Wallace S. Padilha; e pelo diretor-geral do hospital, Allisson Barcelos Borges.

Entenda

O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados, e estava detido na Papudinha, prédio no Complexo Penitenciário da Papuda.

No dia 13 de março. ele passou mal e foi levado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital DF Star, com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.

Prisão domiciliar

Na última terça-feira, Moraes determinou a expedição do mandado de soltura para efetivar a decisão que concedeu prisão domiciliar temporária ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O documento autoriza Bolsonaro a permanecer em casa pelo prazo de 90 dias após receber alta médica. 



EBC