Cartórios de todo o Brasil fazem mutirão de registro civil esta semana


Cartórios de todos os estados do Brasil e do Distrito Federal começam nesta segunda-feira (13) uma mobilização para ampliar o acesso a documentações básicas, principalmente para a população mais vulnerável. Coordenada pela Corregedoria Nacional de Justiça, a campanha Registre-se vai reunir diversas instituições, que irão variar conforme o estado.

A 4ª Semana Nacional do Registro Civil, que vai até o dia 17 de abril, pretende diminuir o sub-registro de nascimentos no país. Além de documentos básicos, como certidão de nascimento e RG, em alguns locais poderá ser emitido o título de eleitor.

Também serão disponibilizados atendimentos assistenciais, orientações jurídicas, serviços de saúde e ações em unidades prisionais.

Cidade de SP

Na capital paulista, o mutirão será realizado pela Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen/SP), em parceria com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e Pop Rua Jud Sampa, além de diversos órgãos públicos.

Durante o mutirão, serão oferecidos serviços como emissão de segunda via de certidões de nascimento e casamento, fundamentais para a obtenção de outros documentos, como a Carteira de Identidade Nacional (CIN), título de eleitor e carteira de trabalho.

Além da documentação civil, a população mais vulnerável terá acesso a serviços de orientação jurídica, atendimentos de saúde, inclusão em programas sociais e suporte assistencial. Os atendimentos vão ocorrer na Praça da Sé, das 10h às 16h, com distribuição de senha no local. 

“O Registro Civil é a base da cidadania. Ao garantir o acesso à documentação básica, possibilitamos que milhares de pessoas deixem a invisibilidade e passem a acessar direitos essenciais, políticas públicas e serviços fundamentais”, disse, em nota, Leonardo Munari de Lima, presidente da Arpen/SP.

Para participar do mutirão, a pessoa deve levar qualquer registro anterior que contenha os seus dados básicos, como RG antigo ou cópia de certidões.



EBC

Prazo para tirar e regularizar título de eleitor vai até 6 de maio


Os eleitores têm até o dia 6 de maio para tirar o título de eleitor, atualizar dados cadastrais, transferir o domicílio eleitoral ou regularizar pendências na Justiça Eleitoral.

Quem estiver com o título cancelado ou com alguma pendência não poderá votar nas eleições deste ano. O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. 

Quem precisa tirar o título?

O voto é obrigatório para quem tem acima de 18 anos de idade. É facultativo para pessoas analfabetas, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos. Estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar para votar.

Como posso solicitar o título de eleitor?

Veja as formas de solicitação:

Autoatendimento Eleitoral: disponível no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE);
– Cidadão pode ir a um cartório eleitoral ou postos de atendimento da Justiça Eleitoral.

O TSE alerta que aqueles que optarem pelo atendimento on-line precisam ir a um cartório ou posto de atendimento para a coleta da biometria.  

>> Confira os documentos necessários para tirar o título: 

  • Documento oficial de identificação com foto (carteira de identidade, carteira de trabalho ou passaporte);
  • Comprovante de residência recente;
  • Comprovante de quitação do serviço militar para homens que completam 19 anos no ano do alistamento.

É importante que o documento de identificação permita a comprovação da nacionalidade brasileira e contenha foto. 



EBC

Indígenas relatam que desmatamento impacta produção de cocares


Com um cocar ancestral na cabeça, feito com penas de maritaca e de arara, o artesão Tapurumã Pataxó, de 32 anos, aproveitou o Acampamento Terra Livre, que se encerrou neste sábado (11), em Brasília (DF), para alertar que o cenário dos territórios indígenas tem sido de menos aves no céu. Com menos pássaros, a produção artesanal de cocares é impactada. 

A mudança de cenário tem relação com desmatamento, queimadas e agrotóxicos implementados por grileiros e invasores não-indígenas, segundo reclamam as lideranças indígenas.

Tapurumã recorda que aprendeu a produzir o cocar na infância com os avós.

“Os fazendeiros estão acabando não só com o nosso território, mas com o Brasil todo”, lamentou o artista que vive na Aldeia Barra Velha, em Porto Seguro (BA). 


Brasília (DF), 10/04/2026 - O indígena, Tapurumã Pataxó, no Acampamento Terra Livre - ATL 2026. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Tapurumã Pataxó aprendeu a produzir cocares com os avós – Valter Campanato/Agência Brasil

“Somos o primeiro povo que teve contato com os portugueses. E somos desmatados desde 1500”. Ele recorda que, na infância, via muito mais araras do que hoje, por exemplo. Tapurumã diz que a comunidade conta com projetos ambientais para reinserir as aves no ecossistema. 

O artista explica que os artesãos fazem os cocares a partir das penas que caem dos animais. “Há muitos animais da minha infância que já desapareceram porque tem muita queimada criminosa”.

“Falta de consciência”

Outra artesã pataxó, Ahnã, de 45 anos, que vive na Aldeia Velha, também em Porto Seguro (BA), diz que está sendo preciso recorrer até ao zoológico para buscar penas de animais.

“É uma tristeza muito grande você ver que os animais que eram livres estão hoje em uma área fechada por causa do desmatamento e da falta de consciência ambiental do ser humano”.

No dia a dia, ela sente falta do gavião real, da arara e até do papagaio. “Papagaio também está ficando bem escasso e a gente precisa promover mais ações de consciência ambiental.”.


Brasília (DF), 10/04/2026 - A indígena, Hanã Pataxó, no Acampamento Terra Livre - ATL 2026. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

  Ahnã Pataxó relata que tem que recorrer ao zoológico para recolher penas – Valter Campanato/Agência Brasil

Mudanças climáticas

O impacto ambiental é também sentido pelo artesão Keno Fulni-ô, de 40 anos, que vive na aldeia próxima à cidade de Águas Belas (PE). “Onde a gente mora, temos a presença do gavião, do caracará, da garça e do anu”.

 As mudanças climáticas têm feito as aves se comportarem de outras formas, segundo explica. 

A artesã Ahnã Pataxó ressalta que em encontros, como o que ocorreu no Acampamento Terra Livre, os artesãos aproveitam para fazerem as trocas de materiais (as penas), em vista de que há aves típicas de cada habitat. Algumas mais e outras menos resilientes aos impactos ambientais.  


Brasília (DF), 10/04/2026 - O indígena, Keno Fulni-o, no Acampamento Terra Livre - ATL 2026. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Keno Fulni-o relata que as mudanças climáticas alteraram o comportamento das aves,- Valter Campanato/Agência Brasil

Símbolos

O artista Tapurumã Pataxó explica que o cocar simboliza a identidade e a proteção do povo.

“O cocar tem o sentido de nossa resistência. É o que nos protege e nos dá força pra lutar pelos nossos direitos, pela educação e pela demarcação do nosso território”.

Até pelo que significa, o artista pataxó entende que os não-indígenas que adquirem o cocar devem ter respeito e guardar num quadro, emoldurar e colocar em casa para protegê-la.

“Um não indígena comprar para ficar usando como se fosse um indígena não é legal”.

Da mesma forma, Keno Fulni-ô pede que os não-indígenas tenham muito respeito pela simbologia do cocar. “Esperamos que uma pessoa não coloque um cocar na cabeça e vá beber, por exemplo. Ir para carnaval. Não é o que o nosso povo espera”.

Ahnã Pataxó explica que o cocar consiste em um símbolo de aliança.

“Quando nós vamos fazer nossos casamentos tradicionais, a gente não troca uma aliança de metal. A gente troca o cocar”. Inclusive, a costura por trás do objeto artístico, há costura das penas. “É como se a gente estivesse unindo todo o nosso povo”, compara.

Pena a pena

Foi a união do povo Fulni-ô que fez o jovem Aalôa, de 21 anos, que vive também em aldeia na cidade de Águas Belas aprender a fazer o cocar quando tinha 14 anos. Os amigos que o rodeavam no Acampamento Terra Livre disseram para a equipe da Agência Brasil que a habilidade do rapaz na produção da arte chama atenção de todos. 

Ele costurava um cocar com penas de papagaio e esperava terminar a arte em menos de 30 minutos. Ele pendurava o cordão e costurava uma a uma, depois de limpar e tingir.

“Eu me sinto muito bem em fazer. Acaba com estresse, me relaxa. Somos a voz do nosso povo e uma só família”


Brasília (DF), 10/04/2026 - O indígena, Aaloa Fulni-o, no Acampamento Terra Livre - ATL 2026. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Aaloa Fulni-o se destaca pela habilidade com que produz um cocar- Valter Campanato/Agência Brasil



EBC

Ministro da Fazenda inicia agenda internacional nos EUA e na Europa


O ministro da Fazenda, Dario Durigan, inicia na segunda-feira (13) uma agenda internacional que inclui compromissos nos Estados Unidos, Espanha e Alemanha. A viagem, que segue até o dia 20, marca a primeira série de encontros do ministro no exterior desde que assumiu o cargo, no lugar de Fernando Haddad, que deixou o governo.

A missão tem como objetivo reforçar a posição do Brasil em debates globais, com foco em temas como reforma tributária internacional, transição energética e fortalecimento de instituições multilaterais.

O roteiro começa em Washington, com as reuniões de primavera (no Hemisfério Norte) do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. A partir de sábado (19), o ministro acompanha a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Europa, incluindo Espanha e Alemanha, com compromissos voltados à defesa da democracia, política industrial e cooperação internacional. 

Os encontros previstos na agenda do ministro reúnem autoridades econômicas de diversos países. Entre eles estão a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva; o ministro da Economia da França, Roland Lescure; o ministro das Finanças da China, Lan Fo’an, a presidente do Banco Mundial, Ajay Banga; e o ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil

A viagem ocorre em meio a um cenário internacional marcado por tensões geopolíticas e debates sobre crescimento sustentável, com o Brasil buscando ampliar protagonismo em temas como clima e justiça tributária.



EBC

Tênis: Brasil se garante em playoff mundial da Billie Jean King Cup


O Brasil está classificado para o playoff (eliminatória) mundial da Billie Jean King Cup – torneio equivalente à Copa do Mundo de seleções no tênis feminino, assim como a Copa Davis no masculino. A vaga foi assegurada neste sábado (11), com a vitória em dois jogos sobre o México, em Ibagué (Colômbia), no confronto decisivo pelo zonal I das Américas.

O playoff será disputado em meados de novembro. As brasileiras terão pela frente algum dos sete países derrotados nos duelos qualificatórios para as quartas de final do Grupo Mundial.

Os confrontos da Billie Jean King Cup são disputados em melhor de três jogos. No primeiro duelo contra as mexicanas, a paulistana Nauhany Silva, a Naná, de 16 anos e número 658 do ranking da Associação de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês), não teve dificuldades para derrotar Jessica Gomez (660ª), 12 anos mais velha, por 2 sets a 0, com parciais de 6/1 e 6/0, em 56 minutos. Na sequência, a gaúcha Gabriela Cé (317ª) lutou por quase três horas para bater Victória Rodriguez (400º) por 2 sets a 1, de virada (4/6, 6/3 e 6/3).

Mesmo desfalcado de Beatriz Haddad Maia (67ª), principal nome do país em simples, e da também paulista Luisa Stefani, número 10 do mundo nas duplas, o Brasil foi dominante no zonal americano. Antes de superarem as mexicanas, as brasileiras derrotaram Chile, Peru (vencendo os três jogos dos confrontos) e Argentina (dois triunfos a um).

Além de Naná e Gabriela, a seleção brasileira foi representada pela potiguar Victória Barros, de 16 anos, nona do ranking mundial juvenil e atualmente na 1034ª colocação do adulto; e a paulista Ana Candiotto, de 21 anos e 227ª do mundo nas duplas.




EBC

Prêmio da mega-sena acumula e vai a R$ 45 milhões


Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.995 da Mega-Sena, realizado neste sábado (11). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 45 milhões para o próximo sorteio.

Os números sorteados neste sábado são: 08 – 29 – 42 – 49 – 50 – 58

54 apostas acertaram 5 números e vão levar cada uma R$ 42.308,07.

2.889 apostas tiveram 4 acertos e cada uma vai receber R$ 1.303,52.

Apostas

Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de terça-feira (14), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. 

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.




EBC

Brasil disputa cinco finais em Copa do Mundo de ginástica rítmica


A ginástica rítmica do Brasil estará presente, neste domingo (12), em cinco finais da etapa de Tashkent (Uzbequistão) da Copa do Mundo da modalidade. As decisões têm início a partir das 4h25 (horário de Brasília). Quatro das vagas foram asseguradas neste sábado (11).

A paranaense Bárbara Domingos, a Babi, classificou-se à final da apresentação com a bola, com a sexta melhor nota (27.100). Mesma posição com a qual avançou à briga por medalha nas maças (aparelho semelhante a um pino de boliche), confirmada neste sábado, após a nota 27.600 que atingiu na eliminatória da última sexta-feira (10).

Assim como Babi, a capixaba Geovanna Santos, a Jojô, teve de esperar as ginastas deste sábado se apresentarem para celebrar a classificação à final da exibição com a fita, com a sétima nota (26.550). Ela também se apresentou nessa sexta (10).

No conjunto, o quinteto formado pela alagoana Duda Arakaki, a paulista Nicole Pírcio, a capixaba Sofia Madeira, as paranaenses Julia Kurunczi e Mariana Gonçalves e a amazonense Maria Paula Caminha avançou à final da série mista (três arcos e dois pares de maças) com a oitava nota (23.700), embalado pela música “Abracadabra”, de Lady Gaga.

Na sexta, elas já tinham se classificado na exibição das cinco bolas, ao som de “Feeling Good”, de Michael Bublé, com o quinto melhor desempenho (24.650).

“Podemos considerar que tivemos uma participação satisfatória. Claro que sempre queremos mais, sabemos que elas podem mais, mas entendemos que é um momento de construção. Estrear uma série nova sempre traz desafios, e faz parte do processo ajustar detalhes e ganhar confiança a cada apresentação”, avaliou a técnica do conjunto, Camila Ferezin, ao site da Confederação Brasileira de Ginástica (CBG).



EBC

Erik Cardoso supera recorde nos 100 m, mas não tem marca homologada


O paulista Erik Cardoso poderia ter quebrado, neste sábado (11), o recorde sul-americano dos 100 metros (m) rasos. A marca de 9s82, atingida durante o Troféu São Paulo, em Bragança Paulista (SP), porém, não foi homologada pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o que não torna o tempo oficial.

Segundo a Federação Paulista de Atletismo (FPA), promotora do evento, “foi detectado um erro técnico da equipe de arbitragem durante a prova”. Conforme a entidade, em nota à Agência Brasil, o equívoco – que não foi detalhado – impediu a homologação do feito.

O tempo de Erik foi nove centésimos mais veloz que o recorde sul-americano atual (9s93), que é dele, atingido em julho do ano passado, no Troféu Brasil de Atletismo, em São Paulo. Caso tivesse sido homologada, a marca seria a melhor do mundo nesta temporada.

O resultado deste sábado deixaria Erik na quarta colocação dos 100 m na Olimpíada de Paris (França), em 2024, e a um centésimo da medalha de bronze. Na final do último Campeonato Mundial, realizado em Tóquio (Japão), em 2025, o tempo renderia a prata ao brasileiro.

Erik foi o primeiro velocista do Brasil a correr 100 m abaixo dos 10 segundos. Em julho de 2023, ele concluiu a prova válida pelo Campeonato Sul-Americano de Atletismo em 9s97, quebrando o recorde do carioca Robson Caetano, que durou 35 anos.



EBC

Após atraso devido à chuva, Remo e Vasco empatam pelo Brasileirão


Duas partidas abriram, na tarde deste sábado (11), a 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. No Mangueirão, em Belém, Remo e Vasco empataram por 1 a 1. A partida foi transmitida ao vivo pela Rádio Nacional.

O Leão Azul, com oito pontos, permanece entre os quatro últimos colocados, na zona de rebaixamento. O Cruzmaltino, com 13 pontos, está no meio da tabela.

Devido à forte chuva que atingiu Belém, a partida começou com meia hora de atraso. Minutos antes do horário marcado para o jogo começar – 16h30 (horário de Brasília) – o gramado do Mangueirão estava repleto de poças d’água.

O Gigante da Colina saiu na frente aos oito minutos do segundo tempo. Após cruzamento do volante Thiago Mendes pela esquerda, já na área, o atacante Andrés Gómez teve tempo para dominar a bola, escapar do marcador e mandar para as redes. Aos 38, o meia Diego Hernández cobrou falta e o zagueiro Marllon, de cabeça, igualou o placar.

No outro jogo que abriu a rodada, o Vitória derrotou o São Paulo por 2 a 0 no Barradão, em Salvador. O zagueiro Cacá, aproveitando desvio de Nathan Mendes na área, e o também lateral Ramon, após passe de calcanhar do volante Baralhas, marcaram para o Leão.

O rubro-negro baiano foi a 14 pontos e fica uma posição à frente do Vasco. O Tricolor paulista, com 20 pontos, perdeu a chance de se aproximar do líder Palmeiras (25).



EBC

Negociações entre EUA e Irã entram em “fase técnica”


As negociações diretas entre EUA e Irã entraram na “fase técnica” e deverão se prolongar por toda a noite em Islamabad, no Paquistão, segundo informações da agência Lusa.

Neste momento, as autoridades dos dois países estão discutindo os detalhes finais de um possível acordo.

De acordo com a agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária do Irã, as questões ligadas ao Estreito de Ormuz continuam sendo o maior ponto de divergência entre as duas partes.

O estreito é a passagem por onde trafega 20% da produção mundial de petróleo e está bloqueada pelos iranianos no momento. Trump exige que a região seja reaberta.

O Irã também reivindica o desbloqueio dos ativos do país e uma indenização pelos ataques feitos pelos norte-americanos e israelenses.

Ainda de acordo com a Tasnim, os enviados dos Estados Unidos fazem demandas consideradas excessivas pelos representantes iranianos. Washington ainda não se manifestou sobre o avanço das tratativas.

As delegações dos EUA e do Irã estão reunidas num hotel no Paquistão, desde a manhã deste sábado (11), para negociações pela paz.

Na terça-feira (7), o presidente Donald Trump decretou cessar-fogo para que norte-americanos e iranianos pudessem tentar chegar a um acordo.

*Com informações das agências Lusa e Reuters.



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