Domingo de Finados começa com chuva em São Paulo


São Paulo amanheceu com tempo fechado e chuvas neste domingo (2), feriado de Finados. De acordo com o CGE SP (Centro de Gerenciamento de Emergências), o tempo continuará chuvoso e muito úmido durante todo o dia, com precipitações intermitentes e volumes significativos, com potencial para encharcamento do solo, com formação de alagamentos e deslizamentos de terra em áreas de risco. A temperatura máxima não passa dos 22°C e a umidade do ar ficará acima dos 70%.Tendência para os próximos dias

O tempo continua instável, com muitas nuvens e poucas aberturas de sol pela manhã na segunda-feira (3). As chuvas voltam a ganhar força à tarde, com possibilidade de alagamentos. À noite não deve registrar chuva. A temperatura mínima prevista é de 17°C e a máxima de 24°C.

Na terça-feira (4), o sol aparece entre muitas nuvens e a temperatura se eleva aos poucos. Porém, entre o início e o fim da tarde, há potencial para chuva isolada e de curta duração. Os termômetros oscilam entre 18°C ao amanhecer e 26°C nas primeiras horas da tarde. Segundo informações do CGE, por enquanto a cidade de São Paulo está em estado de observação.

Frente fria com chuvas

A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu alerta para a ocorrência de chuva generalizada neste domingo (2), devido à lenta progressão de uma frente fria que favorece chuvas a qualquer hora do dia, com possibilidade de temporais mais intensos entre a tarde e noite.

Hoje, mesmo com o afastamento da frente fria, a formação de um corredor de umidade vindo da Amazônia manterá o padrão chuvoso sobre todo o território paulistano. Como resultado haverá pancadas de chuvas frequentes e persistentes, acompanhadas de descargas elétricas, rajadas de vento e acumulados que podem atingir valores moderados a elevados em diversas regiões.

“A Defesa Civil recomenda atenção redobrada em áreas suscetíveis a deslizamentos, alagamentos e quedas de árvores, diante das condições favoráveis a transtornos pontuais, especialmente em localidades com áreas de risco”, finaliza.



EBC

Exposição no CCBB RJ destaca importância e riqueza dos manguezais


Com fotografias de Norte a Sul do Brasil, o oceanógrafo, ambientalista e fotógrafo Enrico Marone retrata os manguezais como ambientes repletos de riquezas ecológicas, culturais e econômicas, confrontando um imaginário coletivo que já considerou esses ecossistemas como marginalizados, sujos e fedidos. O trabalho faz parte da mostra Manguezal, que chegou na última quarta-feira (29) ao Centro Cultural Banco do Brasil no Rio de Janeiro (CCBB-RJ) e recebe visitantes gratuitamente até 2 de fevereiro de 2026.

“Essa exposição cumpre um pouco esse papel de trazer para mais perto das pessoas a informação da riqueza que esses ambientes representam. São ambientes únicos, muito importantes”, analisou Marone, em entrevista à Agência Brasil. “Hoje, está mudando a chave. É um momento importante e disruptivo para o reconhecimento dos mangues”.

O projeto da exposição, que tem curadoria de Marcelo Campos e produção de Andrea Jakobsson Estúdio, partiu do livro homônimo, o quinto volume da Coleção Década do Oceano (2021–2030), idealizada e produzida em parceria com a Cátedra Unesco do Instituto Oceanográfico da USP e ilustrada pelo fotógrafo Enrico Marone.

Depois de percorrer manguezais em diversas partes do país, o fotógrafo considera que projetos que incluem a participação de comunidades locais e de pescadores  começam a mudar a percepção da sociedade sobre esses ecossistemas.

“Não eram reconhecidos e eram aterrados para construções. Não tinham o valor que hoje a gente reconhece. A função ecológica dos mangues não é só a questão da vida e da pesca, mas o manguezal tem uma infinidade de atribuições ecológicas. As raízes filtram nutrientes, e os sedimentos que vêm dos rios e dos estuários. O manguezal protege a costa contra erosão e tempestades, porque ele protege contra ondas e invasão do mar”, indicou.

Ele também aponta que ganhou espaço a constatação de que esses ambientes são muito importantes para o combate às mudanças climáticas.

“O manguezal sequestra e armazena muito carbono. Por ele reter, principalmente nos seus sedimentos, na lama, um ambiente com pouco oxigênio, ele não decompõe o carbono, que fica aprisionado na lama por muito tempo. Então, ele é um sumidouro de carbono. Os pesquisadores dão umas cifras de que os manguezais retêm entre quatro e cinco vezes ,mais carbono que outras florestas tropicais. O manguezal tem papel muito importante para mitigar a crise climática. Por isso, são chamados de ecossistemas de carbono azul, nova denominação da ONU”, relatou.

Além da sustentabilidade climática, Marone aponta a importância socioeconômica dos mangues para as copmunidades, já que o ciclo de vida de muitas espécies que são pescadas e sustentam comunidades de pescadores e pescadoras nascem no manguezal, que é um berçário de vida, não só de caranguejos, mas de muitos peixes que são pescados ao longo da costa.

“Eles se reproduzem nos manguezais. Então, os manguezais são muito importantes para a manutenção da biodiversidade e sustentam cadeias importantes de pescadores, que dependem desses ambientes saudáveis para a sua manutenção, sua própria sobrevivência, mas também para a geração de renda deles”, apontou o fotógrafo.

Curadoria

A curadoria de Marcelo Campos mescla múltiplas linguagens e gerações de artistas, com cerca de 50 obras de 25 nomes fundamentais da arte brasileira.

“Durante a exposição, a gente vai ver artistas de performance, que mergulham nos mangues para produzir as suas performances a partir disso, e, ao mesmo tempo, vai ouvir as Ganhadeiras de Itapuã, cantando o mangue. Isso faz com que a gente tire [de nosso imaginário] a impressão errônea dos manguezais”, disse Marcelo Campos, em entrevista à Agência Brasil.

Assim como Enrico Marone, que se encantou com esse ecossistema, o manguezal é destaque no trabalho de artistas, como o do modernista Lasar Segall, que retratou a antiga zona de mangue no Rio de Janeiro, região central na formação do samba e do urbanismo carioca. Outro foi Hélio Oiticica, que ressignificou o mangue em seus jogos linguísticos, unindo mangue e bangue em crítica à violência urbana. Os dois também estão na mostra.

A exposição conta ainda com trabalhos de outros artistas que têm o mangue como inspiração: Ygor Landarin, Lucélia Maciel, Azizi Cypriano, Almir Lemos, Aislane Nobre, Gabriella Marinho, Abelardo da Hora, Ayrson Heráclito, Carybé, Celeida Tostes, Marcel Gautherot, Frans Post, Maureen Bisilliat, Marcone Moreira, Uýra Sodoma e Ganhadeiras de Itapuã.

“É curioso e muito bacana de ver reunidas diversas vertentes artísticas, tendo sempre como eixo central o mangue, inspirando diferentes linguagens artísticas”, disse Marone, completando que se sente extremamente honrado de participar e contribuir com artistas dessa ordem de grandeza.

 


Rio de Janeiro (RJ), 29/10/2025 – Exposição Manguezal.
Foto: Rafael Arantes/Divulgação

Exposição Manguezal no CCBB do Rio de Janeiro Foto: Rafael Arantes/Divulgação

Carnaval

O carnaval também está presente na mostra e deve despertar grande interesse do público. Gabriel Haddad e Leonardo Bora, que até este ano eram carnavalescos da Grande Rio, são os autores de uma instalação baseada nas caruanas, seres encantados que habitam os manguezais e presentes na mitologia indígena brasileira.

“Logo que vi o desfile da Grande Rio, em 2025, vi um carro [alegórico] sobre as caruanas. Imediatamente, liguei para os carnavalescos, que eu conheço, e pedi para guardar o carro, porque iria precisar. A grande coincidência é que, quando a Grande Rio anuncia o enredo do carnaval de 2026, também vai ser um carnaval dedicado aos manguezais. Então, nós juntamos os dois carnavais. Vamos trazer quatro fantasias inéditas para o carnaval de 2026, desenhadas pelo Antônio Gonzaga [atual carnavalesco da Grande Rio]”, contou o curador Marcelo Campos.

A Manguezal é uma realização do Ministério da Cultura, do CCBB RJ e da MaisArte, patrocinada pela Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Instituto Prio, com copatrocínio da TGS e apoio da EnvironPact, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, a chamada Lei do ISS.



EBC

Minas é campeão do Troféu José Finkel de natação


O Minas Tênis Clube faturou o Troféu José Finkel 2025. A confirmação da conquista veio nesse sábado (1º) no Paineiras do Morumby, em São Paulo. Para chegar ao título, o Minas somou, ao longo dos cinco dias de competição, 2.449 pontos.

O Pinheiros terminou na segunda colocação com 2.027 pontos. A Unisanta completou o pódio com 1.353 pontos. Dessa forma, o clube mineiro fecha a temporada das principais competições da modalidade no país com 100% de aproveitamento, porque havia conquistado também o Troféu Maria Lenk, no primeiro semestre. O Campeonato Brasileiro Júnior e o Brasileiro Sênior também ficaram com o clube de Belo Horizonte. O título do José Finkel volta ao Minas após quatro anos.

Como foi a conquista

Durante cinco dias de disputas, o time mineiro comandado – por Sérgio Marques – subiu mais vezes no pódio, conquistando 38 medalhas – sendo dez de ouro, 18 de prata e dez de bronze, resultado do desempenho coletivo e da força do grupo em todas as provas.

Os melhores índices técnicos foram para a dupla campeã dos 400m livre: Agostina Hein, do Pinheiros, com 04:07.43, e Eduardo Moraes, do Minas Tênis Clube, com 03:48.08.

Os prêmios de atletas mais eficientes, que somaram mais pontos para os seus respectivos clubes, foram para Guilherme Costa, que conquistou 145 pontos para o Sesc, e Agostina Hein, do Pinheiros, que somou 206 pontos para o seu clube.



EBC

Samba na Gamboa celebra roda carioca Terreiro de Crioulo


Os cantores PH Mocidade e Andréia Caffé, do Terreiro de Crioulo, uma das rodas de samba mais importantes do Rio de Janeiro, são os convidados do programa Samba na Gamboa deste domingo (2). Apresentada pela sambista Teresa Cristina, a atração inédita da emissora pública vai ao ar às 13h, na TV Brasil, e celebra os maiores sucessos da roda.

Fundado em 2012 no bairro de Realengo, o Terreiro de Crioulo é um projeto de samba de raiz carioca que se tornou símbolo de resistência cultural, identidade negra e ancestralidade por meio da música. Durante o programa, PH Mocidade e Andréia Caffé falam da história da roda e dos shows que o Terreiro faz pelo país.

Sob o comando de PH Mocidade, o Terreiro de Crioulo é composto por uma dezena de músicos. A tradicional roda de samba também conta com diversos cantores e cantoras, como a própria Andréia Caffé.

Além do bate-papo com Teresa Cristina, os convidados entoam clássicos que animam a roda desde a sua criação. O repertório inclui Sorriso Negro (Adilson Barbado, Jair de Carvalho e Jorge Portela), Terreiro de Crioulo (Abel Luiz e Luciano Bom Cabelo), Quem Mandou Duvidar (Jorge Zagaia e Padeirinho), Chora Viola (Adilson Torquato e Valdomiro), O Invocado (Casquinha), Dora (Aniceto do Império), Santo Errado (Adalto Magalha, Almir Guineto e Roberto Caprí), Brinde ao Cansaço (Candeia), No Mesmo Manto (Beto Corrêa e Lúcio Curvello), Recado de Fé (André Renato e PH Mocidade), Minha Arte de Amar (Nei Lopes e Zé Luiz do Império) e Dor de Amor (Acyr Marques, Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho).

Atração original da TV Brasil, o Samba na Gamboa pode ser acompanhado no YouTube do canal e no app TV Brasil Play. Com janela alternativa na telinha aos sábados, às 23h, o programa ainda é transmitido na Rádio Nacional. O conteúdo entra no ar aos sábados, ao meio-dia, para toda a rede.

Sobre a produção

A nova temporada do Samba na Gamboa que marca a estreia de Teresa Cristina como apresentadora do programa da TV Brasil foi gravada no Teatro Ruth de Souza, no Parque Glória Maria, em Santa Teresa, na região central do Rio de Janeiro. O palco para conversas embaladas por hits é um cenário colorido que evoca uma praça na Gamboa – bairro histórico da zona portuária da capital carioca. A presença de plateia é outro destaque da atração.

Os encontros contam, ainda, com uma banda da pesada, comandada pelo lendário Paulão Sete Cordas, que acompanha Teresa Cristina e seus convidados pelo inesgotável repertório do samba brasileiro. A equipe reúne os músicos Eduardo Neves (sopros), João Callado (cavaco), Paulino Dias (percussão), Rodrigo Jesus (percussão) e Waltis Zacarias (percussão).

Cantora e compositora de mão cheia, a diva também tem se revelado uma ótima entrevistadora. Teresa Cristina conduz os papos com muita graça, informação, e, principalmente, emoção. A pesquisa sobre a cultura popular é importante para a artista que, além do sucesso com o grupo Semente e na carreira solo, ganhou ainda mais atenção com as lives que fez nas redes sociais no período da pandemia.

Com novo cenário, pacote gráfico e a trilha sonora de abertura repaginados, o Samba na Gamboa tem janela semanal, aos domingos, às 13h, na programação da TV Brasil, e horário alternativo aos sábados, às 23h.

O público pode curtir os conteúdos exclusivos no app TV Brasil Play e no YouTube da emissora. As edições também ganham espaço nas ondas da Rádio Nacional aos sábados, ao meio-dia, para toda a rede.

Destaques da temporada

Durante a nova temporada do Samba na Gamboa, Teresa Cristina recebe nomes consagrados do gênero como Áurea Martins, Dorina, Dudu Nobre, Jorge Aragão, Moacyr Luz, Nei Lopes, Tia Surica, Marquinhos de Oswaldo Cruz, Neguinho da Beija Flor, Nei Lopes, Nelson Rufino, Nilze Carvalho, Péricles e Sombrinha.

O programa da TV Brasil também vai ter a presença de célebres artistas de outras matizes da música como Adriana Calcanhotto, Fabiana Cozza, Hermínio Bello de Carvalho, Mônica Salmaso, Roberta Sá, Simone Mazzer e Zé Renato.

A produção musical valoriza compositores que escreveram sucessos, mas nem sempre têm o devido reconhecimento e espaço na mídia. Teresa Cristina recebe nomes como Alex Ribeiro, Alfredo Del-Penho, Claudio Jorge, Mariene de Castro, Moyseis Marques, Serginho Meriti, Toninho Geraes e Zé Roberto. Artistas como Luísa Dionísio, Marina Íris, Nego Álvaro e Mingo Silva são outros convidados da temporada.

O Samba na Gamboa ainda traz nessa sequência de atrações inéditas uma série de programas especiais que destacam a importância de personalidades consagradas da sonoridade tipicamente nacional. Os conteúdos temáticos reverenciam o trabalho de Arlindo Cruz, Chico Buarque e Paulinho da Viola.

O canal público também exibe edições temáticas que prestam tributo a ícones que já partiram como Aldir Blanc, Almir Guineto, Beth Carvalho, Candeia, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Elizeth Cardoso, Elton Medeiros, Lupicínio Rodrigues, Monarco, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento, Reinaldo, Wilson Moreira e Zé Keti.

Com direção de Shirlene Paixão, a nova temporada do programa, que marca a volta das edições inéditas do Samba na Gamboa, tem roteiro e pesquisa do jornalista Leonardo Bruno, profundo conhecedor do gênero.

Histórico da produção

O Samba na Gamboa reúne grandes intérpretes das novas gerações e nomes consagrados do gênero e ícones da MPB para uma animada roda de samba. Com Diogo Nogueira, o programa contou com sete temporadas e foi gravado entre 2008 e 2018. Até hoje a atração faz parte da grade do canal público.

Ao vivo e on demand

Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.

Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone. O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.

Serviço

Samba na Gamboa – domingo, dia 2/11, às 13h, na TV Brasil
Samba na Gamboa – sábado, dia 8/11, ao meio-dia, na Rádio Nacional
Samba na Gamboa – sábado, dia 8/11, às 23h, na TV Brasil

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EBC

Hoje é Dia: tragédia de Mariana, favelas e radialistas em destaque


Esta semana que inicia novembro tem o primeiro feriado do mês e datas importantes na área da comunicação, além do aniversário de dez anos de um dos maiores desastres ambientais do país. Começamos com o Dia de Finados, em 2 de novembro, momento das famílias celebrarem a memória daqueles que já partiram e homenageá-los.

É uma efeméride mais popular entre os seguidores do catolicismo, mas também têm adeptos de outras crenças. O Dia de Finados foi destaque desta reportagem da Agência Brasil e desta da Radioagência Nacional, publicadas em 2024. Também foi tema de reportagens na TV Brasil, como esta do Repórter Brasil, de 2012, e esta outra, exibida no Repórter DF, em 2016. 

O dia 4 de novembro é o Dia das Favelas. A efeméride faz alusão à primeira vez em que o termo “favela” apareceu em um documento público, em 1900. Uma carta enviada ao chefe da polícia do Rio de Janeiro se referia, na ocasião, à favela do Morro da Providência.

A data é comemorada com shows, debates e mutirões, como mostra esta reportagem da Agência Brasil e esta edição do Revista Rio, da Rádio Nacional, ambas de 2021. Já a Radioagência Nacional falou sobre como as favelas movimentam a economia, em reportagem de julho deste ano. A TV Brasil também destacou a efeméride, em edições do Repórter Brasil Tarde (2021) e do Repórter Brasil (2024). 

No dia 5 de novembro o rompimento da barragem do Fundão, em Mariana, Minas Gerais, completa dez anos. A tragédia destruiu completamente o distrito de Bento Rodrigues, deixou 18 mortos e provocou graves danos ambientais e socioeconômicos. Um ano após o ocorrido, em 2016, a Agência Brasil destacou que este foi o maior acidente envolvendo barragens em todo o mundo, nos últimos 100 anos.

Após um processo que se arrastou por quase uma década, este ano os habitantes atingidos pelo desastre começaram a receber indenizações e auxílios, como mostra este outro texto da Agência, esta reportagem da Radioagência Nacional, e esta reportagem do Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

No dia 5 de novembro também celebramos o Dia Nacional da Língua Portuguesa. A efeméride, criada em 2006, homenageia o nascimento de Ruy Barbosa, um dos escritores e intelectuais brasileiros mais conhecidos do século XX.

A Agência Brasil e a Radioagência Nacional abordaram o tema em 2023, destacando que o português é a quarta língua mais falada no mundo. A data também foi destaque na TV Brasil, nos programas Sem censura, em 2019, e Repórter Brasil, este ano. 

Comunicação

O Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas é uma efeméride criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), celebrada em 2 de novembro. O objetivo é estimular um ambiente seguro para o trabalho dos profissionais dos meios de comunicação.

A Agência Brasil destacou que 85% dos assassinatos de jornalistas no mundo passam impunes, em reportagem de 2024. No cenário brasileiro, a Agência noticiou nesta reportagem de maio deste ano que o número de agressões caiu, mas segue alto, com 144 casos em 2024. O crescimento dos ataques a profissionais de imprensa também foi tema desta reportagem da Radioagência Nacional, veiculada no ano passado.

O radioamadorismo, além de hobby, é uma atividade de utilidade pública. Sabia que muitos radioamadores desempenham um importante papel no auxílio em desastres, ajudando a Defesa Civil como voluntários? Para homenageá-los, 5 de novembro é o Dia do Radioamador.

A Rádio Nacional destacou o papel dos radioamadores no Rádio Memória, em edição de 2021, e no Tarde Nacional Amazônia, em 2024. A atividade também foi abordada pela Radioagência Nacional e pelo jornal Repórter Brasil, da TV Brasil, em reportagem de 2022. 

Se o radioamadorismo é celebrado no dia 5, nada mais lógico que comemorar o Dia do Radialista também nesta semana, no dia 7 de novembro. A efeméride é uma homenagem ao compositor e radialista Ary Barroso, que nasceu nesta data, em 1903, como mostra essa reportagem do Repórter Brasil, da TV Brasil, exibida em 2015.

A Rádio Nacional comemorou o Dia do Radialista no programa Rádio Memória, em 2021, e no Viva Maria, em 2023. 

Rir é o melhor remédio

Finalizamos esta edição falando sobre uma das melhores coisas da vida: em 6 de novembro é comemorado o Dia Nacional do Riso. Estudos científicos já comprovaram que rir aumenta os hormônios ligados à alegria e bem estar, diminui o nível de cortisol – conhecido como hormônio do estresse – melhora a circulação sanguínea e até ajuda a aumentar a tolerância à dor.

Esses benefícios foram ressaltados pela Rádio Nacional nos programas Viva Maria, em 2023, e no Revista Rio e Tarde Nacional Amazônia, ambos veiculados em 2024. 

Confira a relação completa de datas do Hoje é Dia de 2 a 8 de novembro de 2025*

Novembro de 2025

2/11

Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas – data reconhecida pela ONU

Dia de Finados – comemoração de seguidores da Igreja Católica Apostólica Romana e Cristãos de outras tradições, que também é conhecida como “Dia dos Mortos”. É celebrada com feriado no Brasil de acordo com a Lei Nº 10.607 de 19 de dezembro de 2002

3/11

Getúlio Vargas inicia o governo provisório no Brasil (95 anos)

Dia Internacional das Reservas da Biosfera – comemoração instituída pela Unesco por ocasião do aniversário do lançamento do programa Homem e a Biosfera, que veio a público entre 9 e 19 de novembro de 1971, e que está relacionado com a Rede Mundial de Reservas da Biosfera

Apagão no Amapá (5 anos) – explosão seguida de incêndio comprometeu os três transformadores na mais importante subestação do estado

4/11

Morte do primeiro-ministro de Israel Yitzhak Rabin (30 anos) – foi assassinado pelo estudante judeu ortodoxo Yigal Amir, militante de extrema-direita, que se opunha às negociações com os palestininos, quando participava num comício pela paz na Praça dos Reis

Dia das Favelas – comemoração de membros da Central Única das Favelas (Cufa), com eventos em várias localidades do Brasil, que está oficializada nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Tem por finalidade marcar a data de uma carta de 4 de novembro de 1900, escrita por um delegado da 10ª Circunscrição do Rio de Janeiro, para o então Chefe da Polícia, Enéas Galvão, sobre a favela do Morro da Providência. O documento é tido como a 1ª referência documentada da história brasileira sobre favelas

Dia dos Inventores

5/11

Nascimento do dramaturgo e diplomata fluminense Martins Pena (210 anos)

Rompimento de barragem em Bento Rodrigues, subdistrito do município de Mariana, em Minas Gerais, deixando 18 mortos (10 anos)

Dia da Cultura e da Ciência – comemoração do Brasil, criada pela Lei Nº 5.579, de 19 de maio de 1970, e que também é conhecida como “Dia Nacional da Ciência e Cultura Brasileira”

Dia Nacional da Língua Portuguesa – comemoração estabelecida pela Lei Nº 11.310, de 12 de junho de 2006

Dia Mundial da Conscientização sobre Tsunamis – data reconhecida pela ONU

Dia do Radioamador

Dia Nacional do Design – comemoração instituída pelo Decreto de 19 de outubro de 1998

Primeira transmissão da TV Educativa (TVE) (50 anos)

6/11

Morte do cantor, músico e sapateador gaúcho Edgard de Almeida Negrão de Lima, o Bob Lester (10 anos)

Dia Internacional para a Prevenção da Exploração do Meio Ambiente em Tempos de Guerra e Conflito Armado – comemoração instituída pela ONU na Resolução 56/4, de 5 de novembro de 2001

Dia Nacional do Riso

Lançamento da série ficcional “Teatro de Mistério”, na Rádio Nacional do Rio de Janeiro (68 anos) – escrita por Hélio do Soveral, tratava das investigações de crimes de assassinato realizadas pelo Departamento de Polícia Judiciária

7/11

Dia do Radialista

Criação da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), autoridade portuária de Santos (45 anos)

Lançamento do programa “O Céu do Brasil”, veiculado na Rádio MEC (47 anos) – tinha como objetivo abordar os fenômenos celestes, de forma acessível aos ouvintes

8/11

Morte do músico e pianista deficiente visual Sidney Marzullo ou Sidney Souza (20 anos) – fundador do Coral composto por deficientes visuais na Cesgranrio, em parceria com a União Cegos do Brasil

Nascimento do cardeal e arcebispo católico fluminense Eugênio de Araújo Sales (105 anos)

Dia Mundial do Urbanismo – comemoração internacional, mais tarde oficializada no Brasil como “Dia Nacional do Urbanismo”. Criada no “Congresso de Besançon” de 1935 na França

*As datas são selecionadas pela equipe de pesquisadores do Projeto Efemérides, da Gerência de Acervo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que traz temas relacionados à cultura, história, ciência e personalidades, sempre ressaltando marcos nacionais e regionais. A Gerência de Acervo também atende aos pedidos de pesquisa do público externo. Basta enviar um e-mail para centraldepesquisas@ebc.com.br.

 




EBC

Lula inaugura ampliação do Aeroporto Internacional de Belém


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou neste sábado (1º), em Belém, da entrega da ampliação do Aeroporto Internacional de Belém, como parte da agenda de eventos conectados à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que acontecerá no período de 10 a 21 de novembro, na capital do Pará. O presidente Lula também inaugurou a requalificação do Porto de Outeiro.

A obra de ampliação do aeroporto recebeu investimentos de cerca de R$ 450 milhões da concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA). O novo terminal dobra a capacidade de operação de atendimento, que passa de 7,7 milhões para cerca de 13 milhões de passageiros por ano.

A área de embarque foi triplicada, novos sistemas de climatização foram instalados e também foram realizadas obras de modernização do pátio de aeronaves e do balizamento noturno. Também foram implantadas tecnologias de auxílio à navegação aérea, como os sistemas Papi e ALS, melhorando a infraestrutura operacional para pousos e decolagens.

Para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras condições que exigem ambiente controlado foi instalada uma sala multissensorial, além de novos espaços comerciais, áreas de convivência e mobiliário inspirado na cultura amazônica.

Porto

O novo Porto de Outeiro recebeu a ampliação das instalações, com a construção de 11 dolphins, a instalação de dez pontes metálicas e ampliação do píer de 261 metros para 716 metros, com capacidade de deslocamento de 80 mil toneladas, o dobro da capacidade anterior.

Considerado estratégico para a logística da Região Norte, o terminal será voltado à movimentação de granéis sólidos, líquidos e carga geral, atendendo à crescente demanda de exportação de minérios, grãos e derivados da indústria alimentícia e energética.

“As obras consolidam o distrito de Outeiro como base estratégica da logística da Região Norte e fortalecem a matriz de exportação do estado do Pará”, escreveu presidente em uma rede social.

A modernização do cais inclui ainda atualização nos berços de atracação, retroárea pavimentada, pátios de armazenagem e sistema de acesso rodoviário. 

O projeto, concluído em pouco mais de 6 meses após o início das obras, foi executado pela Companhia Docas do Pará (CDP), em parceria com a Itaipu Binacional, com investimento total estimado em R$ 233 milhões.



EBC

Museu do Pontal traz exposições e celebra ancestralidade negra no Rio


O mês de novembro chega com muitas festas para celebrar a ancestralidade negra no Museu do Pontal, na Barra da Tijuca, no Rio. Neste fim de semana, o público infantil vai se divertir com a  contadora de histórias Paulinha Cavalcanti, em Contos africanos, que são narrativas do continente africano entremeadas de muita música.

Com música e encantamento, neste sábado (1º), às 16h, a contadora vai mostrar, em Negras Palavras, tradições orais baseadas em lendas, fábulas e mitos africanos. “As narrativas revelam sabedoria, valores e imaginário de diferentes culturas, transmitidos de geração em geração, por meio da fala, da música e do gesto”, segundo os organizadores do evento.

No domingo (2), às 16h, será a vez da escritora, professora e também contadora  Anamô Soares que, em Negras Palavras, vai fazer atividades com crianças e adolescentes, baseadas na literatura de autoria negra. A programação inclui músicas e visitação a uma biblioteca com 50 títulos. O objetivo é estimular a leitura do público infanto-juvenil com músicas e histórias do cancioneiro popular.

Exposições

A temática da ancestralidade negra está presente também nas três exposições que o Museu do Pontal vai inaugurar no fim de semana seguinte. As mostras mudaram completamente o espaço que passa a receber uma série de festas, com diversas manifestações culturais como sambas, maracatus, folias, reisados, jongos, bois-bumbá e carimbós.

No sábado (8), às 15hs, será aberta a exposição coletiva Festas, Sambas e Outros Carnavais, que permanecerá por um ano no museu,  composta por trabalhos de mais de 60 artistas de 10 estados, tendo estreado em 2023, no Sesc Casa Verde, em São Paulo. Em 2024, foi apresentada no Centro Cultural Bienal das Amazônias, em Belém, e chega agora ao Rio com curadoria dos diretores Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque.

Organizada em ilhas temáticas, a exposição é composta por esculturas, fotografias e pinturas com textos de autores convidados. Desta edição, participam jovens talentos, entre eles Guilherme Kid, Manuela Navas e Elian Almeida.

Um dos artistas é Juan Pablo,  visual e performático, que nasceu e foi criado na Vila Nova Aliança, em Bangu, zona oeste da cidade. Ele apresenta pinturas e esculturas de fio de cobre, que refletem bailes funk e bate-bolas, muito comuns em sua região.

O artista visual e performático Rona, da comunidade Pretos Forros, no Lins, na zona norte do Rio, criou duas obras para o museu. Uma delas ficará exposta no foyer, convidando o público para uma jornada festiva e lúdica.

Também haverá homenagem a músicos retratados em pinturas, fotografias e esculturas. Os destaques são Cartola, Dona Ivone Lara, Martinho da Vila e Pixinguinha, pelo olhar do fotógrafo Walter Firmo; Elian Almeida, por Ismael Silva; Paulo Moura, por Sergio Vidal; Luiz Gonzaga, em escultura de Adalton Lopes; Dona Onete, em foto de Walda Marques; e Mestre Damasceno, pelas lentes de Luiz Braga.

Sérgio Vidal

Em duas galerias do mezanino, será inaugurada no domingo (9), às 15hs, a exposição Sérgio Vidal, nas batucadas da vida. É a primeira retrospectiva da obra do artista, que tem 80 anos e está em plena atividade. As obras de Vidal podem ser vistas em museus brasileiros como Masp, Pinacoteca, Museu AfroBrasil, MAR e, no exterior, no Museun of Fine Arts,de Boston, nos Estados Unidos.


Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 - Obra de Sérgio Vidal. Museu do Pontal. Foto: João Liberato/Divulgação

 Obra de Sérgio Vidal, Museu do Pontal. Foto – João Liberato/Divulgação

As pinturas de Vidal têm influência do compositor e pintor brasileiro Heitor dos Prazeres e mostram, segundo o diretor executivo Lucas Van de Beuque, “os registros do dia a dia, principalmente do subúrbio do Rio de Janeiro”. Em mais de 30 obras, o público poderá conhecer a carreira do artista.

Vidal nasceu na Gamboa, região portuária do Rio, em 15 de janeiro de 1945, mas ele passou a infância e parte da vida adulta em Bonsucesso, na zona norte. A ideia de se tornar pintor surgiu em uma visita ao ateliê de Heitor dos Prazeres, que conheceu por intermédio de seu filho, Heitorzinho, seu amigo na escola.

Autodidata, trabalhou em segredo. Só após a morte de Heitor dos Prazeres tomou coragem para mostrar seus quadros ao amigo Heitorzinho, que abriu para Vidal as portas do mundo das artes. Depois de viver em São Paulo, onde conheceu artistas como Gildemberg, R.Griot, Aloysio Zaluar, Holmes Neves, Fernando V. da Silva, Di Cavalcanti, Delson Pitanga e Rubens Gerchman, o artista vive atualmente em Pedra de Guaratiba, com a mulher, Leila de Sousa Neto, com quem convive há 50 anos.

Naná Vasconcelos

A exposição Ocupação Naná Vasconcelos – uma experiência imersiva, com estímulos sonoros e visuais – traz fotografias, documentos, entrevistas, objetos e instrumentos. É um recorte da mostra realizada elo Itaú Cultural em 2024, em São Paulo. Com o seu característico berimbau, instrumento marcado pela cultura afro-brasileira, o artista mistura sons com jazz e outros ritmos.

A inauguração será no dia 9 de novembro, com a presença de Patrícia Vasconcelos, viúva do músico, no show Tá na Roda Tá, em homenagem ao percussionista, às 16h30. As apresentações são de Lui Coimbra, que acompanhou Naná em diversos shows; Carlos Malta; Bernardo Aguiar, Aline Paes e Negadeza. De acordo com a curadoria, a exposição é uma oportunidade de conhecer um pouco mais o artista que sempre repetia “eu sou o Brasil que o Brasil não conhece”.

O diretor executivo do Museu do Pontal, Lucas Van de Beuque, disse que o espaço trabalha a cultura afro o ano todo e ela estará presente em apresentações e exposições.

“Vai estar presente nas três exposições que vamos inaugurar nos dias 8 e 9 de novembro, com um grande festival, também com esse ponto muito importante, que é a cultura afro-brasileira”, disse à Agência Brasil, destacando ainda que vai ser lançada uma publicação sobre os 100 anos das escolas de samba.

A diretora do Museu, Angela Mascelani, afirmou que a programação dos dias 8 e 9 abrem o Museu do Portal para as grandes festas brasileiras, para o movimento afro diaspórico e para as consequências dele.

Angela acrescentou que as oficinas que vão trabalhar a questão da ancestralidade, na medida em que as festas destacadas na mostra foram guardadas e preservadas pela oralidade, transmitidas por gestos e maneira de fazer.

“São peças que não foram registradas com fotografias e, por isso, chegaram por práticas de vida. O maracatu, o jongo, o caxambu, o bumba meu boi são festas sempre presentes no Museu do Pontal. A articulação, neste mês de novembro de 2025, é com um país atravessado por heranças negras, pela recuperação, e por pensarmos nestas heranças e no que elas se constituem e nos dão, enquanto sociedade brasileira, e o quanto elas nos ajudam a articular a organização social”, disse à Agência Brasil.

Festival

A abertura dos festejos vai ser com um festival que terá a cantora Mart’nália e mais 20 atrações, entre elas Terreiro de Crioulo, Jongo da Serrinha, grupo-show da escola de samba Unidos de Vila Isabel, Tambores de Olokun e Tá na Roda Tá. Para facilitar o deslocamento do público, vans gratuitas sairão do Jardim Oceânico e do Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca.


Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 - Cantora Mart'nalia. Museu do Pontal. Foto: Nil Caniné/Divulgação

Cantora Mart’nalia, vai e apresentar no Museu do Pontal. Foto: Nil Caniné/Divulgação

A diretora ressaltou ainda o valor das escolas de samba representadas na programação.

“É muito importante falar das escolas de samba como espaços não só de sociabilidade, de formação de identidade, mas escolas de vida mesmo, escolas onde se aprende a ter disciplina, organização e expertise em várias áreas, porque são espaços de desenvolvimento de talentos.”

O Museu do Pontal é considerado o maior e mais significativo museu de arte popular do país. O acervo, formado em 45 anos de pesquisas e viagens por todo país do designer francês Jacques Van de Beuque, tem mais de 9.000 peças de 300 artistas brasileiros, produzidas a partir do século XX.

“É um momento particular de celebração dos quatro anos do museu celebrando também a cultura afro-brasileira tanto neste fim de semana como nos fins de semana seguintes”, ressaltou Lucas Van de Beuque.



EBC

Brasileiras fazem final de duplas do WTA 125 de Cali, na Colômbia


A dupla verde e amarela formada por Laura Pigossi e Ana Candiotto, cabeça de chave número 3, disputa o título de duplas do WTA 125 de Cali, na Colômbia. As adversárias na final são italiana Nicole Fossa Huergo e a georgiana Ekaterine Gorgodze, principais cabeças de chave.

Na semifinal, as brasileiras passaram pela francesa Selena Janicijevic e a norte-americana Varvara Lepchenko por 7/6 (7-4) e 6/4.

Aos 31 anos, Laura Pigossi, bronze nas duplas nos Jogos Olímpicos de Tóquio, está com o melhor ranking de duplas da carreira (87º lugar). Ela vem de duas finais de WTA 250 (Bogotá e São Paulo) e duas semifinais da série 125 (Rio de Janeiro e Florianópolis). Ana Candiotto, de 21 anos, faturou recentemente o ITF W35 na capital paulista, com Nauhany Silva. Candiotto está no 308º lugar no ranking de duplas da WTA. A melhor marca da atleta é a 284ª posição.

O torneio distribui 125 pontos no ranking da WTA para as campeãs e a premiação de US$ 5.700 para quem ficar com o título. As vices ganham 81 pontos e dividem US$ 2.900. Conquistando o título na Colômbia, a dupla pode se firmar entre as 230 melhores do ranking mundial.




EBC

Brasil bate Canadá nos pênaltis e está na semi da Copa Sub-17


Neste sábado, depois de ficar no 0 X 0 com o Canadá no tempo regulamentar, o Brasil eliminou o rival nas penalidades por 5 a 4  nas quartas de final da Copa do Mundo feminina sub-17, em Rabat, no Marrocos.

A Seleção chegou às semifinais da competição pela primeira vez na história.

Com a vitória, o Brasil aguarda o classificado de Coreia do Norte e Japão, confronto previsto para às 16h (de Brasília) deste sábado.



EBC

Laura Pigossi e Ana Candiotto são campeãs do WTA 125 de Cali


No primeiro torneio formando dupla, Laura Pigossi e Ana Candiotto faturaram o título no WTA 125 de Cali, na Colômbia. As brasileiras fizeram 2 sets a 0, perdendo apenas 4 games na grande final (6/3 e 6/1), em cima das favoritas Nicole Fossa e Ekaterine Gorgodze, principais cabeças de chave do torneio. As tenistas brasileiras fizeram uma campanha perfeita no torneio disputado no piso de saibro, sem perder nenhum set durante toda a competição.

Esse foi o maior título da carreira de Ana Candiotto. Com apenas 21 anos, ela ganhou o 14° troféu de duplas. A também paulista Laura Pigossi, de 31, alcançou a marca de 45 títulos em duplas. Com os 125 pontos somados na Colômbia, Pigossi deve chegar ao 83° lugar no ranking na próxima atualização e Candiotto, à 230ª colocação. Ambas atletas alcançarão os melhores postos na lista mundial em toda trajetória esportiva.

 




EBC